Introdução à Cooperloga
A COOPERLOGA, cujo nome legal é COOPERATIVA LOCAL DE TRANSPORTES DE CARGA E PASSAGEIROS DOGRANDE ALVARENGA, foi uma cooperativa de transporte que atuou na cidade de São Bernardo do Campo, estado de São Paulo. Fundada em 4 de março de 1998, a empresa tinha como principal atividade o transporte rodoviário coletivo de passageiros, com itinerário fixo no âmbito municipal.
Dados Gerais da Cooperloga
- Tipo de empresa: Cooperativa
- CNPJ: 02.468.669/0001-38
- Data de abertura: 4 de março de 1998
- Status: Baixada (encerrada)
- Atividade principal: Transporte rodoviário coletivo de passageiros com itinerário fixo municipal (CNAE 4921301)
- Localização: Rua dos Italianos, s/n, Jardim das Orquídeas, São Bernardo do Campo, SP, CEP 09854-300
- Categoria de porte: Demais (empresa de porte não especificado)
Atuação e Importância no Transporte Municipal
Durante seu período de atividade, a Cooperloga desempenhou um papel importante no transporte coletivo municipal de São Bernardo do Campo, facilitando a mobilidade dos moradores entre bairros e regiões da cidade. Como cooperativa, sua estrutura organizacional era baseada na participação dos próprios cooperados, o que muitas vezes favorece uma gestão mais alinhada com as necessidades locais e dos usuários do sistema de transporte.
Encerramento das Atividades
Embora tenha iniciado suas operações em 1998, a empresa encontra-se atualmente com o status baixada, indicando que suas atividades foram encerradas formalmente. A baixa de uma cooperativa pode ocorrer por diversos motivos, incluindo dificuldades financeiras, mudanças no mercado de transporte ou reorganizações administrativas. Detalhes específicos sobre as razões do encerramento não estão disponíveis.
Localização e Contexto Regional
São Bernardo do Campo é um importante município da região metropolitana de São Paulo, conhecido por sua forte indústria e densidade populacional, o que demanda um sistema de transporte coletivo eficiente. A atuação da Cooperloga em um bairro como o Jardim das Orquídeas contribuiu para o desenvolvimento da mobilidade urbana local, conectando áreas residenciais a pontos estratégicos da cidade.
Aspectos Legais e Regulatórios
Como cooperativa de transporte, a Cooperloga seguia as regulamentações específicas para o setor de transporte rodoviário coletivo municipal, que envolvem regras sobre itinerários, horários, segurança e qualidade do serviço. A legislação brasileira estabelece que empresas do setor devem cumprir tais normas para garantir a segurança e o conforto dos passageiros.
Conclusão
A Cooperloga marcou presença no cenário do transporte coletivo municipal de São Bernardo do Campo durante vários anos. Seu modelo cooperativo e sua atuação focada em itinerários fixos municipais a colocaram como uma opção importante para os usuários do sistema. Embora atualmente esteja com suas atividades encerradas, a história da Cooperloga reflete os desafios e a relevância das cooperativas no transporte público brasileiro.
Perguntas Frequentes (FAQ)
1. O que foi a Cooperloga?
A Cooperloga foi uma cooperativa de transporte rodoviário coletivo de passageiros com itinerário fixo no município de São Bernardo do Campo, SP, fundada em 1998.
2. Qual era o principal serviço da Cooperloga?
O principal serviço era o transporte coletivo municipal de passageiros, operando linhas com itinerários fixos dentro da cidade.
3. A Cooperloga ainda está em atividade?
Não. A empresa está com o status baixada, indicando que suas atividades foram encerradas.
4. Onde ficava localizada a Cooperloga?
Na Rua dos Italianos, s/n, no bairro Jardim das Orquídeas, em São Bernardo do Campo, SP.
5. A Cooperloga era uma empresa privada ou cooperativa?
Era uma cooperativa, o que significa que era formada por um grupo de cooperados que compartilhavam a gestão e os resultados do negócio.
6. Qual foi o impacto da Cooperloga no transporte local?
Ela contribuiu para facilitar a mobilidade urbana em São Bernardo do Campo, oferecendo serviços de transporte coletivo municipal.
7. Por que a Cooperloga foi baixada?
Não há informações públicas específicas sobre os motivos do encerramento, que podem incluir fatores financeiros, administrativos ou regulatórios.